Uma edição da Inova de “A Obra ao Negro”de Marguerite Yourcenar que chegou à Pó na segunda-feira. Espreito-o só pelo prazer de o folhear, o livro já o li há muitos anos, mas atrai-me o seu desenho, as várias páginas que antecedem o começo do texto, o roxo luxuriante em contraste com o preto e branco da fotografia de Yourcenar, a composição das letras, as cores -branco, roxo, negro – folhas que vou passando como uma série de cortinas que se abrem até que por fim, se revela o propósito: o romance. É uma espécie de “livro-barroco” esta edição de “A Obra ao Negro”.
Nota: para uma bisbilhoteira de colecções as guardas dos livros da Inova são sempre motivo de leitura atenta.


Ui, disseste “bisbilhoteira de colecções “? Agora tenho de ir à procura…
Ainda por cima não conheço esta edição da Obra ao Negro.