gosto de

Ler durante o almoço.

Caminhar, de dia e de noite.

Hoje não vou ler as “Benevolentes”, mas os dois primeiros contos de “Um Repentino Pensamento Libertador”. Não sei, se são os meus preferidos, mas gosto de lê-los quando me sinto bem.

“(…) – Como se tivesse mais significado na escuridão do que à luz do dia. Mas não tem, claro, porque é mais difícil falar destas coisas à luz do sol, não te parece?

-Sim. – Ele continuava a contemplar as massas de nuvens.

-É como se os olhos ficassem despidos com a luz do sol.

-Os meus olhos estão despidos?

-Não, os teus não. (…)”

“Um Repentino Pensamento Libertador” de Askildsen, Edições Ahab, 2010.

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