ramificações

Nas árvores que encontro de manhã a caminho da Pó e nas minhas ilustrações, agora riscadas a preto e branco. Esticam, crescem, multiplicam-se em um, dois, muitos braços, retraem-se, às vezes partem-se. Dentro de mim, ouço-as estalar baixinho debaixo da pele. Espalham-se, como as linhas pretas que risco no caderno e, aos poucos, dão forma ao mapa imaginário que me desenha, labirintico, nervoso, melancólico. Crescem, às vezes também se partem.

Instalação Corner Forest 2007 de Yuken Teruya.

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