das estantes

Recortes das prateleiras, juntos livros que adoro. Quando começaram a habitar estas estantes arrumei-os por ordem de autores, separando apenas a ficção dos ensaios. Com o passar do tempo, alguns trocaram de lugares e os novos que chegam, depois de lidos (nunca os arrumo enquanto não os leio) são colocados na estante com um único critério: “espaço livre”.

Confio na minha memória gráfica de livreira para os encontrar e divirto-me quando tenho de o fazer. A minha obsessão por estantes arrumadas está reservada ao quotidiano da Pó.

Assim: encontro um Sterne entalado nos livros do Stig Dagermen e não é o meu preferido, esse está mais ao lado – “A Vida e Opiniões de Tristram Shandy” . Faltam-me “Os Irmãos Karamázov” que estão emprestados e espero que voltem rápido. E, constato que mesmo nos pequenos espaços da prateleira que pensava estarem arrumados, já está instalada a confusão. Os livros movem-se e ainda bem!

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