literária

A acabar de devorar “A Campânula de Vidro” de Sylvia Plath, divirto-me a escolher leituras futuras.

” O Túnel” de Ernesto Sabato e “As Doze Figuras do Mundo e Outros Contos” de Jorge Luis Borges e Adolfo Bioy Casares (dupla perfeita) ambos edições da Relógio D’Água, com belas capas de Jorge Colombo. “Cosmópolis” de Don DeLillo, também Relógio D’Água, e que será “o senhor que se segue” porque quero lê-lo antes do filme de Cronenberg estrear. “A Dor” de Marguerite Duras que procurava há algum tempo para ler (está esgotado) e como tenho a sorte de trabalhar com um dos melhores livreiros de Lisboa, pedi-lho a ele. Encontrou-o em duas semanas, claro. Obrigada.

Às vezes, muitas, retiro da ficção a capacidade de sobreviver ao meu quotidiano. Os livros também nos salvam.

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