onírica, também exausta

Durmo a noite toda em fase 1 de sono, tenho sonhos surrealistas e agitados, não descanso, acordo cansada. De noite para noite, de dia para dia, cada vez mais cansada. Preciso de dormir profundamente, não consigo. Saio de manhã, o sol conforta-me, música nos ouvidos, resisto ao dia. As horas passam, aproveito o sol, descanso na música, divirto-me a ler o Cosmópolis, resisto e não desisto, mas preciso de dormir bem. Estou muito cansada.

Sonho surrealista 1: estar ao balcão da livraria a fazer uma sessão de psicanálise com um visitante arrogante (ele é que me está a analisar). A arrogância dele é igual à minha e por essa razão na vida real mal conseguimos comunicar, apesar de o achar interessante. Para este, nem preciso de Freud para muitas explicações!

Sonho surrealista 2: passar horas a arrumar livros numa estante que não tem fim, subo e desço o escadote da livraria e nunca acaba. Deve ser este que me deixa cansada.

Sonho surrealista 3: começar a escrever um texto com a minha caneta de pincel, as linhas cruzam-se e misturam-se, aparecem pessoas que me interrompem constantemente e não consigo perceber o que escrevo. Eu sei o que estou a escrever mas é ilegível o que aparece na folha de papel. Este deve ser um misto de preocupação com as ilustrações e influências da leitura de Sylvia Plath.

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