alba

Vejo-a todas as manhãs, uma fachada branca, lisa, luminosa, nova, pronta a estrear, imagino-a cheia de desenhos riscados a negro ou como um belo ecrã de cinema.

Em estágio para começar a ler “Margarida e o Mestre” de Mikhail Bulgákov, aproveito todos os minutos livres na Pó e leio o “Diabolíada” da &Etc. Apesar, de o estar a ler na livraria, sei que vou acabar por trazê-lo para casa, persigo-o desde que saiu, a capa é perfeita. Foi das últimas edições que o Olímpio fez, uma das minhas preferidas, quando pego nos livros feitos por ele, olho-os sempre de uma maneira diferente. Às vezes, os livros também são pessoas.

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