olheirenta

Nem sempre as ilustrações são as responsáveis pelas minhas habituais olheiras. Às vezes, pego num livro começo a ler e não consigo parar, leio pela noite dentro até chegar à última página. No dia seguinte, as rotinas matinais e o malfadado despertador não se compadecem com os meus prazeres literários e o resultado é um “belo” par de olheiras negras. Nessas alturas, mantenho a simetria do negro com muito rímel, esperando que o azul ao centro disfarce “a coisa”, não disfarça nada, mas enfim…

Nos últimos tempos, estes três livros foram os causadores do meu olhar sonolento:

“Fome”, Elise Blackwell, Livros de Areia, 2010.

“Uma Negrinha à Procura de Deus”, G.Bernard Shaw, Livros do Brasil, Colecção Miniatura nº47

“O Senhor de Bougrelon”, Jean Lorrain, apresentação e tradução de Aníbal Fernandes, Sistema Solar, 2012.

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