o divino marquês

“Se tivesse, a todo o custo, de ser classificado, sê-lo-ia entre aqueles autores que, como Montaigne disse certa vez, nos castram. Seguramente não entre os que nos fazem cócegas.”    Jean Paulhan no prefácio à última edição crítica da obra de Sade Les Infortunes de la Vertu.

“Os Melhores Contos de Marquês de Sade”, com apresentação, selecção e tradução de João Costa, nº20 da colecção Antologia da Editora Arcádia, 1970. 

E foi a extensa e bem recheada apresentação desta antologia de contos, onde pululam textos de Gilbert Lély, André Breton, Simone de Beauvoir, Jean Paulhan, Georges Bataille, Pierre Klossowski, Maurice Blanchot, Jean-Paul Sartre e Paul Éluard, que a transformou num achado perfeito. Ainda, valorizado pela bela edição gráfica da Arcádia e pelo facto de eu apreciar bastante o divino marquês. Depois de tanta satisfação, até tenho vergonha de dizer que me custou apenas 4 euros e meio.

One thought on “o divino marquês

  1. Pingback: novamente o divino marquês | papel manteiga

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s