do teatro

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Sábado de manhã rumei à Letra Livre para comprar um livro que “precisava” (entre aspas porque precisar mesmo não precisava, queria era lê-lo) e enquanto passeava os olhos pelas estantes, descubro a secção de teatro.
Foi lá que encontrei “O Príncipe de Homburgo” de Heinrich Von Kleist (edição Contraponto) e “Filopópulos” – uma peça de Virgílio Martinho, de quem há uns tempos lia entusiasmada o “Relógio de Cuco” até que alguém o comprou e fiquei a meio. Desde então que o procuro, mas como quero a edição da Novas Direcções da Estampa, sempre que o acho não acho que tenha dinheiro para o comprar.
A edição é da Plátano (1973) e faz parte da colecção “Teatro Vivo” dirigida por Carlos Porto, tem ainda em apêndice: “A Minha Profissão” e uma entrevista, ambos uma bela surpresa, foi quase como se tivesse encontrado dois livros num só.

Como quem vai à Baixa, vai à Anchieta, foi de lá que veio mais teatro – “Desejo sob os ulmeiros” de Eugene O’Neill, o nº20 da colecção “Livros das Três Abelhas” editada pela Europa-América (1959), com tradução de Jorge de Sena e capa de Sebastião Rodrigues.
Provavelmente estaria num dia de sorte porque depois de pagar o livro, o alfarrabista presenteou-me com a edição original que estava pousada ao lado. Pouco habituada a prendas, sorri em jeito de agradecimento e pensei: nada mau! e fui à minha vida.

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One thought on “do teatro

  1. Pingback: a possibilidade de escolha | papel manteiga

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