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Dois livros guardados para mim na Anchieta pelo meu alfarrabista preferido, porque ele achou que me poderiam interessar. Achou muito bem, na verdade quando ele tirou o “Sade, meu próximo” da caixa, eu nem estava a acreditar, não foi “à toa” que ganhou este nome!

1) Posso finalmente ler o ensaio de Pierre Klossowski sobre o divino marquês e exactamente na edição que queria, a da Moraes.

2) Descubro nesta edição da Arcádia “O Retrato do Coronel”, uma antologia preciosa das novelas de Ionesco, que não conhecia, mas que fazem todo o sentido no percurso de leituras que vou fazendo pelo teatro deste autor.
Do texto de apresentação: “O Retrato do Coronel, agora traduzido em português, é o primeiro, e até aqui único, volume de ficção publicado por Ionesco. Mas se a edição original francesa – aliás acolhida com enorme êxito – não constitui total surpresa, uma parte das novelas tendo já sido, em épocas diferentes, publicadas em revistas ou jornais literários, esta tradução apresenta-se como inesperada revelação dum processo criativo unitário, entre a novela e o teatro. Com efeito, muitas histórias de O Retrato do Coronel são a primeira versão das futuras peças de Ionesco, e aquelas estão para a literatura narrativa no mesmo ponto em que estas estão para a literatura dramática. (…)”*
*texto de Carlos Cunha, também autor da tradução e do prefácio.

“Sade, Meu Próximo”, Pierre Klossowski, colecção “O Tempo e o Modo”, Moraes 1968.

“O Retrato do Coronel”, Eugène Ionesco, Arcádia 1963.

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