acasos

A propósito da recente leitura de “Morituri te salutant” de João César Monteiro* (um pdf muito bem-vindo porque finalmente pude ler o livro), vou à procura de um filme de Jean-Marie Straub e encontro este “En Rachâchant” de 1982. Reconheço imediatamente o texto de Marguerite Duras para o livro “Ah! Ernesto!”**. Há um ano, andei atrás deste livro (ainda ando), ilustrado por Bernard Bonhomme e editado pelo fabuloso Harlin Quist, provavelmente um dos principais responsáveis por uma verdadeira revolução na edição dita infantil, ou de álbuns ilustrados (termo que prefiro).
A edição é de 1971 e um dia ainda hei-de a encontrar a um preço compatível com o meu “bolso”.  Aliás, se tivesse de elaborar uma espécie de lista de “desejos livrescos impossíveis”, a aquisição do catálogo completo das edições de Harlin Quist e Ruy-Vidal figuraria, com certeza, nos primeiros lugares da dita.

Também, mas não só por essa razão, o feliz acaso de encontrar esta interpretação de Straub do texto de Marguerite Duras, “encheu-me as medidas”.

2024

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*”Morituri te salutant”, João César Monteiro, &etc 1974.
** “Ah! Ernesto!”, Marguerite Duras, Bernard Bonhomme, A Harlin Quist Book, 1971.

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