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De vidro.

Aracne e tinta-da-china, por agora habito apenas dentro das páginas e vou tecendo na minha cabeça a teia que mais tarde irei desenhar.

“Aracne” de António Franco Alexandre, Assírio & Alvim 2004.

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One thought on “.

  1. Acaso ou não, ontem dei com o seu blogue e não parei de o “folhear”. Parecia ver-me ao espelho, na ânsia de marcar os dias e os deixar correr, nas leituras que iam coincidindo com as que tenho feito, na paixão pelos livros, que nunca chegamos a saber se nos aumentam a vida ou dela nos afastam, nas observações que vai registando, no gosto pelas caminhadas para os pensamentos não fixados…e descobri outras coisas que desconhecia. Obrigada pelas suas imagens e palavras, pelo monólogo partilhado. Se na rua nos encontrássemos, seria talvez fácil trocarmos algumas palavras e tudo seria natural, mas nestes tempos da comunicação virtual a desconfiança parece afastar-nos…enfim…sou do século passado😊 Tenho pena que tenha interrompido os “posts” e aguardo que os retome. Foi um prazer ” encontrá-la”. Um abraço,

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