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“terra é todo o lugar onde uma consciência se encontra com o há, e aprende a discernir-lhe as cores. O que procuro é ver onde a continuidade do há se fractura, onde muda de registos e sinais, (…) Quando nos apercebemos de que o há é há, não somos só parte dele. Acrescentamos-lhe um ver criador_________criamos, modificando-lhe a paisagem. (…) O que hoje me cabe é ver sinais, e projectá-los com toda a força de impacto de que disposer. Sobrepondo-os e desenvolvendo consonâncias que desenvolvem entre si. (…) Recomeçar o ver todos os dias, tentar que a energia que me gasta me dê mais energia, procurá-la nos filamentos mais ténues do real que tenho à mão, (…). Ver é fazer e desfazer. É criar linguagem. É criar-me (…) Em qualquer mundo, serei dita e direi.”    Maria Gabriela Llansol

Continuar a ler Llansol, partir de lá para outras leituras, regressar, perceber que é um caminho onde me entendo.

Escrever e desenhar no Pierrot le fou.

Das prendas: degustar o maravilhoso livro de Miguel de Carvalho.

Gato ser casa e casa, uma espécie de paz.

“No princípio era o verbo”, Miguel de Carvalho, DSO

“Como uma pedra-pássaro que voa – LLansol e o improvável da leitura”, Maria Etelvina Santos, Mariposa Azual

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